Psiuuu...!!!
Sabem que mais? As palavras não me estão a sair com facilidade. Talvez porque estejam presas à espera que possam vaguear e desprenderem-se por linhas e linhas, folhas, e possam criar uma história inventada ou real...
As palavras são isso mesmo, um instrumento que lhes damos voltas e cujo contexto pode chegar a ser surpreendente.
Hummmmm!!!!!!
Vou mas é espreitar o dia e por-me a repousar.
sábado, 28 de junho de 2008
Psiuuu...!!!
Publicada por Sandra Dourado à(s) 1:00 p.m. 1 comentários
domingo, 8 de junho de 2008
Tempo De Ser Feliz
Ontem foi tempo do tempo passado... Hoje é tempo do tempo desejado...
Fronteiras, espaços, vivências que deixam recordações. Escolher as que nos fazem sorrir, e esquecer as que nos fizeram sofrer.
Quero sorrir como as estelas, sempre brilhantes, vivas no seu espaço. Iluminando este pequeno pedaço azul, nas suas noites e fazendo com que os sonhos nos possam "visitar" e encher a alma.
É tempo de ser feliz
Publicada por Sandra Dourado à(s) 7:30 p.m. 0 comentários
domingo, 2 de março de 2008
Portas E Pneus... O Que Escolher?
A porta era de madeira, daquelas bem antigas com um batentente pesado em forma de argola com a cabeça de leão; de boca aberta na sua direcção. Isso era impressionante, para ela. Uma casa antiga e só no meio do nada. Um palacete antigo, fascinante, mas igualmente amendrotante. Tinha tido um furo, e não tinha como chamar ajuda; e o telemóvel... ficara sem bateria. Era agora que iria comprar um carregador para o carro, a sua próxima e urgente aquisição.
Estava frio e parecia entranhar-se nos seus ossos; mas mais fundo ainda. Parecia invadi-la. Estava a levar muito a sério o aspecto da casa solitária. Ninguém respondia e nesse instante olhando para aquela porta que tanto a atraia, pensou na sua vida que; era como se uma porta daquelas estivesse a barrar o seu caminho... Na coragem que era abrir portas e mais portas e que algumas delas seriam como aquela, difíceis de transpor... Por istantes esqueceu o frio, o furo, o que a trazia por aqueles lados.
Ninguém respondeu, e tudo parecia sossegado e sem movimentos alguns. Voltou para o carro. Arregaçou as mangas, abriu o porta bagagens, agarrou no engenho chamado de macaco. Objecto estranho, pensou. Deu consigo a sorrir por esses pensamentos. Concentrou-se na sua tarefa; fez um esforço alternado entre os braços e os pés. Bolas parceia calcionada o raio da roda. Passado uns bons quize minutos, com ólio das rodas nas mãos, uns arranhões à mistura também; o carro estava pronto. Felismente que não era totalmente de noite e deu para ver alguma coisa... Por trás do seu sorriso triunfante pensou que afinal não era tão difícil assim mudar um pneu. Olhou na direcção da casa e havia agora luz no interior. Estranho, se não ouvira nenhum carro chegar... Bem, deviam de estar na cave, ou assim... Um arrepio percorreu o seu corpo, bem... Já chegava de mistério por aquele dia. As portas não são intransponíveis quando o queremos e o mudar um pneu... também não.
Publicada por Sandra Dourado à(s) 12:28 a.m. 0 comentários
terça-feira, 5 de fevereiro de 2008
Sentires...
Uma sensação estranha invadia-lhe o corpo, a mente... Sentia como se estivesse adormecida; como se tivesse levado uma porrada na cabeça e tudo tivesse perdido um certo brilho e cor. Até o dia, cinzento e a puxar para a chuva, adequava-se na perfeição à dormência qua a invadia. O humor também não primava por muitas vontades de falar, de rir e a paciência estava dentro dela; mas agita-se um pouco. Afinal, o que tinha em mente e no coração correra ao contrário. Sentia-se oca de tudo, com vontade de trilhar o seu caminho; mas cambaliante e dormente. Por instantes a vida parecia-lhe tão vazia, tão sem sentido... Mas lá bem no fundo continuava a lutar por aquilo que a movia; que a apaixonava; afinal ela é uma apaixonada pela vida e por acreditar no acreditar. Sabe que a caminhada pode ser longa; que o caminho pode não ser dos mais fáceis; mas que a esperança a invade sempre e espreita por dia melhores, e felizes...
Olhou o céu, de um cinzento imenso, e com nuvens longas de várias formas que poderiam inspirar a imaginação de alguém que para ai estivesse virado. Nesse instante, procurava um raio de Sol que alimenta-se o seu ser, que lhe volta-se a dar brilho aos olhos... Sabia que seria um desânimo passageiro; porque o amor tudo vence e quando não é pouco... tudo pode alcançar. Assim concentrava as suas energias num amanhã onde a felicidade voltaria a encher-lhe o peito, junto de quem assim amava...
Publicada por Sandra Dourado à(s) 6:08 p.m. 0 comentários
terça-feira, 1 de janeiro de 2008
Escrevo...
Escrevo porque é uma extensão de mim...
Escrevo porque as palavras ajudam-me a sair de mim...
Escrevo por necessidade de dizer o que vai dentro de mim...
Escrevo porque ajuda-me a dar-me como eu sou...
Escrevo para encontrar quem se identifique comigo...
Escrevo para trocar ideias, muitos pensares...
Escrevo por que simplesmente gosto de o fazer...
Publicada por Sandra Dourado à(s) 5:02 p.m. 2 comentários
segunda-feira, 17 de dezembro de 2007
Nem Sempre...
Nem sempre... digo o quero
Faço o que gosto
Vivo o que gostaria de viver
Nem sempre as palavras fluem de forma correcta
Ás vezes digo o que não quero
Por vezes queria ser genial, romântica...
Ás vezes escrevo o que não queria, mas é assim que sai
Ás vezes sou meio trapalhona, quero tanto e não sai como eu quero...
Sou apenas alguém simples e que ás vezes gostaria de fazer melhor
Enfim...
A vida é assim... de ás vezes também
Sou apenas alguém simples, que tanto quer...
Por isso deixo de seguida o link para o YouTube da canção dos Clã . Problema de Expressão. Porque ás vezes... acontece.
http://br.youtube.com/watch?v=WdVV4Gh1xd8
Publicada por Sandra Dourado à(s) 9:55 p.m. 2 comentários
domingo, 9 de dezembro de 2007
Viver A Vida
Lá na linha do horizonte, onde a vista já não alcança; os olhos qual telescópio tentam visionar o mais que podem. Assim os olhos da mente desenham uma qualquer possível história; baseada em leituras, em imagens gravadas de passagens por lá, ou não... Lá na linha do horizonte, onde o mistério tem um doce especial, moram outras gentes... Gentes igual a si, com sonhos, tristezas, alegrias; que trabalham árduamente e que chegam ao fim do dia, com a sensação que mais um dia se lhes voou, e não o poderam, ou tiveram forças ou energias para o aproveitar. As sua vidas iguais a tantas outras, seguindo as peugadas dos outros, não se trasmalhando das ideias, dos gostos do comum dos mortais; ou seja, todos iguais, qual automatos levados por vontades ultrapassadas e imutáveis. Será? Não, isso é história da carochinha e daquelas muito mal contadas. Dentro de cada um há uma vontade férria de vencer, de lutar por aquilo que nos move; o importante é acreditar e fazer para que a vida aconteça. Viver é o que importa; porque mesmo as vidas sendo algo insípidas e por vezes desvalorizantes; não podemos esquecer do valor de cada um de nós. Isso faz as energias renascerem e se houver algo ou alguém que as alimente; o poder de se realizar não tem fim... Por isso só digo o seguinte...
Carpe Diem (Vivam a vida o melhor que poderem e souberem. E sejam muito felizes)
Publicada por Sandra Dourado à(s) 9:45 p.m. 0 comentários