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quarta-feira, 12 de maio de 2010

Forte


Era assim que eu gostaria de ser... Forte como uma fortaleza. Como um barco que se faz ao mar em dia de tempestade. Enfrentar tormentas, mesmo com gigantes e sereias no encalço. Esquivar-me às espadas certeiras e a outras dificuldades derradeiras.
Sou forte, tento manter-me à tona... mas sou apenas humana nas minhas qualidades e defeitos. Sonhadora... sempre, por vezes sem alento, outras entristecida, mas o barco continua a navegar e eu como sua capitã não o posso deixar parar...

Foto: strenght... - verme - Olhares

Num Mundo De Imagem


Num mundo de imagem... muita dela é ilusão e vaidade.

Viver num mundo em que o mais belo e novo tem mais valor em detrimento dos sentimentos; não pode ir longe. Quando as marcas, o poder são mais importantes do que o bem estar e a felicidade algo está mesmo errado. Quando a inteligência, as capacidades deixam de ter valor perante um evólucro cheio de cores e fitas de seda; mas oco de conteúdo; estamos mesmo mal.
Um dia irão despertar, mas talvez já não vão a tempo... porque essa dita imagem... não dura para sempre.

Foto: Pecados Mortais - A vaidade - Suzana Ramos - Olhares

segunda-feira, 10 de maio de 2010

O Que Há-de Ser... Será

Uma estrada, vários sentidos a seguir, eis o futuro.

Um passado que não passa disso mesmo. Passou ficando as memórias do que foi positivo e realmente importante. Um presente para viver, porque não podemos viver no que já não vive; no que já teve a sua vida, o seu tempo de antena. Se teimarmos em abraçar o que já foi corremos o risco de não vivermos o que é. O futuro irá ser. Será uma incógnita, mas linha a linha, rabisco a rabisco... irá chegar. Chegará com o que moldamos e vamos criando na nossa vida. O ser risonho, com sonhos adquiridos, tarefas cumpridas, caminhos ganhos, experiências positivas, felicidade... depende da nossa luta e só de nós. Se não fizermos por nós, quem o fará? Ninguém, é certo. Também é certo que a sós não sabemos caminhar a direito; o sabor a mel não é tão adocicado. As pequenas grandes vitórias não são tão majestosas e fantásticas. Há que ser paciente, há que saber esperar, há que pensar que nada é impossível; porque o impossível não o é tanto assim.

A ver vamos! O que há-de ser... será

Foto: de-mim

domingo, 9 de maio de 2010

A Melodia Do Adeus - Nicholas Sparks Em Livro E No Cinema


Um escritor que há mais de uma década vem escrevendo livros sobre os sentimentos... o amor. Dele conhecemos inúmeros livros publicados e que chegaram ao grande ecran. Com este são seis livros que ganharam vida na sétima arte: "Juntos Ao Luar", "O Sorriso das Estrelas", "As Palavras Que Nunca te Direi", "O Diário da Nossa Paixão", "Um Amor Para Recordar" e claro... "A Melodia do Adeus"; onde se estreou como argumentista de cinema.

Neste temos a história de Ronnie, uma adolescente que sofre com a separação dos pais. Um em Nova Iorque e o outro algures num sítio afastado e pequeno, longe de tudo. A reconciliação com o pai não vai ser fácil; mas o amor disponta e a jovem vai aprender o seu significado e o seu valor.

Como diz na sinopse do livro: "A Melodia do Adeus, usa de extrema sensibilidade para abordar a força e a vulnerabilidade que envolvem o primeiro encontro com o amor e o seu primeiro poder para ferir... e curar."

Deixo de seguida o trailer do filme e a vontade de o ver bem como de ler o livro. Bons filmes e boas leituras.



Fotos: Retiradas algures da net.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Sensações Estranhas?

Hoje no trabalho aconteceu-me algo de engraçado. Há as chamadas sensações de dejá vu; mas o que dizer quando achamos alguém parecido com alguém que conhecemos? Lógicamente que nos lembramos automáticamente dessa pessoa. E se essa ou essas pessoas (no caso de estar acompanhada) olham sem parar para nós? Um pouco estranho? Talvez sejamos parecidos igualmente com alguém que conhecem. Talvez a nossa expressão ou algo em nós chamou à sua atenção. Seja como for talvez seja uma sensação um pouco estranha ter dois pares de olhos a olharem-nos assim sem sabermos o porquê.

sábado, 1 de maio de 2010

1 De Maio - Dia Do Trabalhador

Desde 1974 que em Portugal é comemorado o Dia do Trabalhador; mas noutras paragens já sucedia há muito mais tempo; por exemplo em 1886 nos EUA teve o seu início.

Um dia em que é relembrado o sacrifício de muitos para a obtenção de direitos para todos os que labutam pelo seu salário, com plenos direitos a serem respeitados independentemente de estratos sociais, género e ainda a haver um dito ordenado mínimo. Melhores condições no local de trabalho e mais humanidade para com os trabalhadores por parte do patronato.
Infelizmente julgo que há quem tenha deixado o seu suor para lutar pelos outros e que esses direitos alcançados vão-se dissipando pela falta de luta em os manter...

Hoje é dia de comemorar a luta e de passear fazendo piquenique, assistir a concertos de música popular e brindar aos que têm os ossos doridos de trabalhos mal remunerados, que se "multiplicam" por funções tentando garantir o seu sustento, por vezes tão parcamente alcançado...

Mas como estou cansada e hoje é também o meu dia, vou continuar a descansar os ossos que segunda feira há mais trabalho pela frente...

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Não Há Coincidências - Margarida Rebelo Pinto

Acabei a alguns minutos atrás de ler este livro...  Em alguns pedaços de tempo de dois dias, acabei por o ler. Não me lembro de conseguir tal proeza com nenhum outro até agora. Talvez porque neste momento disponho de um pouco mais de tempo e há que o aproveitar para realizar algumas das coisas que me dão gosto fazer. Se assim o posso, claro. Fazia tempo que me tinha sido ofertado e que esperava que lhe passa-se os olhos pela sua história...

"Hão Há coincidências", segundo o texto de 247 páginas as coincidências não existem. Há o criar de histórias, de personagens que se entreligam aproximando lugares e gentes. Influenciando as suas vidas, formas de ser e de estar, de sentir e tirar lições dos acontecimentos que inevitavelmente surgem. Amores vividos de forma arrebatada, mas sem grande consistência. Sem deixar aprofundar e amadurecer o sentimento, de conhecer,  de compreender, de aceitar o que é diferente ou idêntico, de acreditar, de alimentar a chama, de ser capaz de sobreviver a obtáculos e fronteiras de tempestades, ventos, montanhas e assim mesmo amar numa entrega verdadeira de coração e alma. Viver a paixão apenas, e ela acaba por inevitavelmente ofuscar-se e definhar... Amores que magoam e que fazem pensar nos porquês de terem sido vividos e depois apenas restar desamor, amargura, um sabor a amargo na bruma das memórias outroura ilusoriamente apaixonadas.

Não Há Coincidências!?

Confesso que é o primeiro livro que leio da Margarida; embora muito já tenha lido aqui pela net sobre ela; nem sempre talvez criticas muito boas. No entanto, isso não me importa porque o que me interessa é gostar de um livro, o resto...
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Foto: OLX