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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Crepúsculo



"Crepúsculo" ("Twilight", no original), o primeiro livro da quadrilogia de Stephenie Meyer. A saga de "Luz e Escuridão". Escrito em 2005, é um sucesso comparado a "Harry Potter". Neste momento também o podemos ver no cinema.

Uma jovem volta á sua pacata terra natal. Não porque goste dela, mas para viver com o pãi. É um local verdejante, cinzento e muito chuvoso; nada a ver com a terra soalheira de onde vem. Onde toda a gente se conhece à gerações. Integra-se bem no liceu e conhece um estranho grupo familiar; pelo qual se sente estranhamente atraída. Especialmente pelo misterioso Edward. Sendo este portador de um segredo... Que envolve ele e toda a sua família. A atracção é recípocra e Bella quer descobrir quem Edward é... E isso pode ser muito perigoso.

O livro lê-se sem se dar por isso. Ficamos agarrados às palavras e sempre à espera do momento seguinte. Ainda não o li todo; nem vou a meio, mas que o livro promete, promete!

""Crepúsculo" tornou-se um exemplo de literatura transversal a todas as idades, ultrapassando a faixa etária dos 30 anos, sendo a maioria mulheres. "
Fonte: JornalismoPortoNet

Twilight Portugal, o blog dos fãs, em português.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Aprender A Viver



Hoje é mais um pedaço de vida que passa...

É bom estar viva, porque ela (a vida) é uma dádiva! Significa que à partida, por esse facto, já somos batalhadores e sobreviventes.

Há é que a saber levar; pois como diz o lema, "Não custa viver, custa é saber viver".

Acho que somos uns eternos aprendizes no assunto. Mas aprender é viver e isso iremos fazer até ao fim dos nossos dias. Será com as vivências, com as derrotas e igualmente as vitórias; que nos tornaremos mais fortes, conhecedores e sábios.


Um dia talvez, possamos ser bafejados com uma vida mais calma, sossegada e com tempo ainda; para podermos apreciar a vida como um bom vinho, um perfume maravilhoso. Com aqueles que mais nos são queridos, claro.

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Foto: Retirada da net.

domingo, 19 de outubro de 2008

A Ovelha Choné



O que eu farto-me de rir a ver estes desenhos animados à hora do almoço!

domingo, 21 de setembro de 2008

Peugeot - Que belos leões!



terça-feira, 19 de agosto de 2008

Espinho



Uma bela cidade do norte que encanta...

domingo, 17 de agosto de 2008

Estão A Chover Ovos...


Ora... chover é coisa normal... Uns pigos ou uma gotas grossas de água... claro. Também é certo que já vimos decumentários muito curiosos sobres algumas coisas aparentemente bizarras, mas com explicação... Chuva de peixes (trazidas por um furacão que passou pelo mar, levando consigo os pobres peixes e depois os "despejando" bem longe do sítio de origem); de sapos... Mas e se "choverem" ovos? No minimo muito estranho. As galinhas, os pombos estão a pôr ovos em pleno vôo? O certo é que hoje ao chegar ao pé do carro do meu pai... lá estava o carro vermelho, que ontem deu-me um trabalhão a lavar... com alguns ovos no tejadilho. O Carnaval já vai bem longe... Será que alguém de uma varanda tem uma pontaria tão boa? Foi atirado de propósito? Realmente as galinhas devem de andar desorientadas, certo? O tejadilho tinha restos de casca, o vidro da frente com a gema e a clara do ovo; já tudo bem seco. O difícil foi limpar depois aquilo tudo; mas e se em vez de ovos normais tivessem caido de Fabergé? Bem... ai não me importava, até porque ficaria rica. Mas esses são extremamente escassos, claro. Quero deixar claro que nada tenho contra os ovos (especialmente as gemas); e que até tenho uma pequena colecção com alguns bem decorados e bonitos (não, não são Fabergé... infelizmente)

Fica o aviso, cuidado com os ovos que andam a chover por ai.

Foto: Net
Link sobre os ovos Fabergé: A Arte Moderna

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Os Dias...

Um vizinho perde-se em pensamentos, com um cigarro nos lábios, lançando pequenas nuvens pela varanda da sala. O olhar vago, pregado no céu; carregado de pontinhos minusculos que piscam sem gastarem as suas baterias. Não não possuem pilhas duracel. Na rua, alguém passa com o cachorro que leva a passear. Aproveita para esticar as pernas, apanhar ar e ver as vistas. Haverá algo de novo para ver? Apenas a rotina diária? No café próximo, figuras sentadas em cadeiras; ou à volta do balcão, bebericam um café quente e forte, empregnado de espuma e o seu aroma forte. Gestos repetidos, caras conhecidas, silêncio nos lábios, desalento (quem sabe); ou apenas desejo de ver algo mais. Qualquer coisa de novo, de diferente. Terá assim tanta importância? Somos animais de habitos e rotinas. Há dias em que tudo cansa e que apetece simplesmente fuguir; voar para longe.

Amanhã, é um novo dia. Os dias não são iguais, nem se repetem. São únicos. Somos nós que os fazemos; apesar de rotinas, de obrigações e afins. Amanhã pode também acontecer algo de diferente e de bom. Quem sabe?

A mente é que manda, e ela pode ser muito fértil, aventurosa, sonhadora. Abracemos essa ideia. Lutemos para que cada dia seja um pouco melhor.

A noite cai, um dia finda, há um ganhar de folego, de energias; para o seguinte. Deixemos que seja bem vindo e nos brinde com mais um dia da nossa vida.

O cigarro acabou, a janela que se fechou. O chegar a casa com o cachorro. A vinda do café e adormecer por fim.

Até amanhã.