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quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Which Heroes Character Are You?





Pelos vistos, heróis há muitos. Dentro deles os que se preocupam com os outros; e outros que só lhes interessa o próprio ego. Engraçado que apesar de tudo acho a personagem do Silar, muito interessante. Sendo no entanto um vilão muito perigoso, há algo nele que nos atrai. Penso que é um papel muito bem desempenhado pelo actor que o interpreta.


Por outro lado e se existissem mesmo heróis? Eles andam por ai, sim andam; embora sejam pessoas normais e sem poderes especiais. Apenas com muita coragem para ajudarem a salvar a vida de outros tornando-os seres especiais, afinal. E se houver com poderes mesmo? Hmmmm... dá que pensar!

Fiz este teste e fiquei agradávelmente surpreendida por me calhar o Matt Parkman. Na verdade, acho que temos muita coisa parecida... tirando os poderes, claro!

Fonte da foto e do teste: BuddyTV

sábado, 15 de agosto de 2009

Twitter

Foi hoje que me inscrevi no Twitter. Bem diferente de Um HI5, um Orkut e outros no género. Pequenas mensagens com um máximo de 140 caractéres para deixarmos uma ideia do que, estamos a fazer no momento. Pequenas ideias que informam dos gostos ou não; de cada um.
O certo é que a ideia é um sucesso e há-de haver por ai muito boa gente de telemóvel na mão a escrever ou ler twitters. Ah, pois é!
Imagem: Retirada algures da net.

domingo, 2 de agosto de 2009

Aveiro - Terra De Moliceiros...






Aveiro, terra de moliceiros (os seus barcos característicos); que hoje navegam na sua Ria com turistas; onde é contada um pouco a história da terra e o refinamento do sal (que ainda hoje se faz). Terra que me diziam que era muito bonita. Não é apenas bonita; mas linda! Até é conhecida como "A Veneza portuguêsa"; pelos seus canais. Passei umas boas horas por lá, a apreciar a sua arquitectura e onde lanchei na Pastelaria Ramos; uma das mais antigas por aquelas bandas... Não, não comi os famosos ovos moles; mas algo muito doce e calorico também. Quero lá voltar com certeza e confesso que é uma bela terra para se morar.
Fotos: Retiradas da net.

sábado, 25 de julho de 2009

Sonhos...

Sonhos... Acto de sonhar a dormir ou acordado. Uma mente sem sonhar estagna. Há que deixar que ele (o sonho) espreite, que seja alimentado; mas não deixar que voemos rumo ao impossível. O que é o impossível? Uma barreira contra ao que desejamos? Algo que nunca poderá ser conseguido, atingido? Apenas porque nos dizem que o sonho é algo de irreal e que devemos andar com os pés bem acentes no chão? Sinceramente, já nem sei. A vida constroi o que somos, e o que por vezes não gostariamos até de ser. Quem sou? Alguém que busca pelos seus sonhos. E agora? Agora, sabemos que não basta sonhar mas alcançar o que pretendemos. Para isso há que lutar, e se deixarmos tudo para amanhã; esse mesmo amanhã irá passar e nunca chegar... Martim Luther King disse, "Eu tenho um sonho"; sonho de sermos todos iguais e livres. Que belo sonho, não é? Lutou e morreu a lutar pelo que acreditava. E nós? Lutemos, construamos passo a passo, tijolo a tijolo, peça a peça o "puzzle" que é a vida. Não será fácil; mas também não teria graça, não é?

Foto: Retirada algures da net.

Castelo Do Queijo

Vai um queijinho? Pena, pena mesmo fiquei eu de não haver lá queijinhos... Bem, mas gostei de visitar o forte por 0.50 € e no meio de vários canhões ver a paisagem com tanta água azul e pedras que lhe dão... um certo encanto. Belo mesmo!

Foto: Retirada da net

domingo, 12 de julho de 2009

Recordações Campesinas III


Foto: Malmequeres.

Na aldeia toda a gente se conhecia, o que não é de estranhar em sítios pequenos. Não havia muito gente nova; o que também não se estranha. Como partira cedo da terra, a maioria das pessoas que havia conhecido já havia falecido. O que de certo modo talvez lhe tenha sido um alivio. Poupava-lhe falar de si. Engraçado, se pensarmos que um escritor gosta de "falar" de si. Ou não? Olhares interrogadores na sua maioria e um ou outro que a reconheciam. No entanto, embora cortez, escapou às parcas questões que tinham a ver com o; se voltava de vez; o que fazia e a vida pessoal, que nada gostava de falar.

Dispunha de rendimentos mais do que suficientes para não se preocupar mais com a sua subsistência. Herdara aquele monte; mais um apartamento em Lisboa; outro no Porto e alugara um pequeno hotel que possuia em Évora. Mantinha as terras e as casas; mas vendera a sua cota numa fábrica de cortiça e outra do ramo da construção. Filha única e única neta, saiu-lhe tudo à rifa. Para mais o que já tinha ganho com os seus escritos, não a deixavam nada mal.

Na forja tinha um novo livro, que o portátil ia fazendo ganhando forma. Mas quem é esta mulher? Nova ainda, na casa dos trinta. Quem ela é realmente?

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Estes 3 textos podem muito bem ser o princípio de uma história. Mas quem é esta mulher? Porque voltou à terra? O que esconde ? Talvez, nada! Quem sabe?

Se alguém ler estas linhas quer dar umas dicas?

Veremos...

Pelo menos são escritos para exercitar os dedos e a mente. :))

Recordações Campesinas II


Foto: Azenha do Ramalho

Ninguém é só somente uma coisa, somos o somar de tantas. Voltou para ficar por um tempo que é inderteminado. Agora, é o certo, somente isso.

A casa está fechada a algum tempo, terá que arregaçar as mangas e munir-se de pás e vassouras. Limpar a pelicula de pó onde é possível criar desenhos. O cheiro a mofo, também se instalou. Abriu as janelas para arejar e deixar a luz e o calor abraçar a casa. Irá ficar ocupada por muito tempo.

Tempo, que agora lhe corre mais devagar; onde a pressa não é-lhe precisa. Precisa sem dúvida é de uns tempos para ordenar as ideias.

Comprou algumas revistas sobre vários assuntos; passando das de jornalismo, às de informática, de viagens, gastronómicas... Dois ou três jornais e na bagagem uma boa dezena de livros.

No final do dia a casa já tinha outro aspecto. Estava cansada, mas isso iria-a fazer dormir melhor.

Um novo dia nasceu e resolveu ir à aldeia, já que a casa ficava num monte, e tinha que se deslocar de viatura. Sabia que lhe iriam fazer perguntas; perguntas para as quais talvez não queira responder...

Da sua vida sabem que; é filha daquela terra, à parte dos livros e de saberem que viajava muito; fora sempre um mistério. Mistério que ela gostaria de manter assim mesmo.