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domingo, 19 de setembro de 2010

Unhas, Para Que Vos Quero?


Para tocar guitarra? Para limpar a "sala" nasal? Para arranhar? Para serem mais úteis e práticas no dia a dia? Para aparafusar? Para armar-me?

Práticas e úteis é que não são. Há que ter manutenção com as mesmas. Umas unhas sujas por trás de tamanhas obras de arte feitas de gel, não pode ser. Com tais apêndices favorecidos não sei como se pode limpar a casa, fazer comida, lavar a louça, a roupa e a lista continua... Vão ficar feias, estragadas, lascadas e lá se vai o dinheiro (que não é pouco) das ditas.

Gosto de ver umas mãos e unhas cuidadas, podem ser até unhas bem cortadinhas ou com algum tamanho e pintadas, desde que não exageradas. Caso contrário essas belezas correm o risco de passarem por garras e tornam-se (pelo exagero), feias.

Cada qual sabe de si e as unhas de gel estão na moda, mas em tamanho XXL não são nada atraentes. Há unhas e unhas, é um facto e depois há que pensar... para que vos quero? Pensem nisso.

Fotos: 1, 2, 3

Num Mundo Insano

Século XXI, a evolução na genética, a evolução electrónica e industrial tem sido fenomenal. Em pouco mais de cem anos foram muitas as mudanças, os desenvolvimentos e a humanidade cresceu em conjunto, o que até nunca antes tinha acontecido.

A "pressa" fez adaptações, alterações, talvez até mutações. O stress veio também em catapulta. Os problemas fomentaram-se, as vidas deixaram de ser tranquilas e vividas mansamente. Há que viver tudo num ápice, não há tempo a perder, há que viver depressa e tudo tentar "açambarcar". O dinheiro cada vez mais fugidio. Os bens de primeira necessidade cada vez mais encarecidos. Os objectos cada vez mais baratos, nunca se viu uma tv, um computador, um telemóvel a preços tão acessíveis como hoje. O problema é que ganhamos mal e como tal, quase não temos o bastante para pagar as despesas de uma renda de casa, a água, a luz e a alimentação fica para segundo plano, para não dizer um terceiro ou quarto. Subsistir é complicado, é coisa de sobreviventes mesmo. Os empregos são escassos e muito duros, regidos por regras que estão a regredir. Os patrões aproveitam-se para esfolar os seus empregados e estes calam-se porque têm família, filhos, casa para pagar, carro para pagar. Os direitos humanos são deturpados e quem manda são ums insanos que só pensam neles e de quem lhes oferece referência.

Até parece que estou a falar de um qualquer filme de ficção científica futurológico e distante, onde depois de um cataclismo a humanidade voltou à estada zero. Onde o lema é "salve-se quem puder".  Infelizmente falo do presente cujo futuro avizinha-se negro. Gostaria muito de estar enganada, mas se as consciências não se abrirem. Se a humanidade não abrir os olhos vendo o que realmente importa. Se cada um pensar somente no seu umbigo. Se a raiva, a frustração, a cobardia, o poder, a infelicidade; subirem definitivamente à cabeça de milhões, serão todos os milhões "semeados" por este mundo que irão padecer.

A vida não deve ser feita de urgências. Quem tudo faz num viro-te, nada faz correctamente porque, "depressa e bem, não há quem". Há que fazer uma coisa de cada vez, a dispersão por várias em simultâneo, anula partes das mesmas também. Fazer bem implica ter mais calma, mais tempo para pensar e depois agir da forma mais correcta. Significa não "martelarem" constantemente a nossa cabeça ou nossos músculos.

As doenças do foro neurológico desenvolvem-se assustadoramente. As agressões que as motivam são vulgares no dia a dia. Quer no emprego, na rua, e até por vezes em casa. 
O que ficou cá dentro de todo o "mal" acumulado de um dia ou vários é finalmente expelido, como veneno que é no nosso sangue. Infelizmente muitas vezes descarrega-se me cima de quem não tem culpa de nada. Tantas vezes na nossa família e isso não deveria suceder. Eles é que são importantes para nós. O resto é algo que nos é imposto vivermos para subsistirmos nesta sociedade.
A casa, a família, os amigos, são os nossos tesouros. São a eles que devemos acarinhar e amar. São o nosso refugio, o nosso descanso, o que nos dá força para mais um dia. Há que perservá-los, acarinha-los, respeita-los e mais importante... ama-los, SEMPRE!

Lá fora (de portas do lar), há muita gente, tão distintos entre si e a diversidade até é boa, é verdade. Se fossemos todos iguais o mundo não teria "sabor" e isso não poderia ser. Para sobrevivermos há que respeitarmos e sermos respeitados. Há que haver compaixão, muito coração e cabeça também. Um equilíbrio para compreendermos que, "a minha liberdade acaba quando entro na do outro".

Num mundo insano, procuram-se réstias de sanidade para que nós, a humanidade, não definhemos sem retorno.

Insano: louco, demente, ímprobo, excessivo, contínuo.

sábado, 18 de setembro de 2010

Yuna - Blue Sands


 



Adoro, pura e simplesmente esta música. A voz é doce e melódica, tal como a letra. Foi sem querer que "tropecei" nela e ainda bem. Até tem AZUL e tudo!

Foto: Site Llizer Music

"Que Gênio Louco É Você?" - Teste





Faça você também Que
gênio-louco é você?
Uma criação de O Mundo Insano da Abyssinia

 



Camille Claudel foi uma escultora francesa. A sua obra foi reconhecida, foi aluna e amante de Rodin, posteormente. Acabou por endoidecer e falecer em 1913.

No cinema Isabella Adjani e Gérard Depardieu representaram ambos os escultores.

Não estava à espera que me calha-se um gênio em forma de escultora, nem tão pouco tenho queda para esculpir. Quanto à sua personalidade, também não acho que tenha os seus traços, parecenças em algumas coisas... talvez.

A Arte De Vassourar


A arte de vassorar nunca passa de moda, mas a dita "senhora" pode ser fabricada de plástico ou de madeira e as cedras também variam podendo ser macias ou não. Para os mais preguiçosos existem formatos mais maneirinhos e para os outros os ditos industriais. As cores até chegam a ser apelativas parecendo algumas um arco íris ou no minímo, alguma ave exótica. Tudo para parecerem mais apelativas e menos cansativas, (o que diga-se de passagem, é mentira).

Para mim gosto de uma vassoura que esteja em condições e que não pareça ainda mais "cansada" do que eu. Senão as costas e os braços ainda pagam mais o preço.

Esta arte remonta a tempos primitivos, onde toscas vassouras eram feitas de gravetos, usadas rudemente e sem grandes resultados, mas pronto. Para ser franca eu gosto é da vassoura do Harry Potter, mas essa nem por magia vai aparecer. Assim sendo vou-me contentando com uma que seja "equilibrada" (sim, porque as vassouras também têm que o ser); senão começam a andar de lado, a deixar espaços em que não limpam, a terem pouca força nas cedras velhas e desbotadas. É que limpar gasta as pobres coitadas e eu até tenho pena... delas, claro!

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

No (Num) Mundo Do (De) Silêncio


O silêncio é de ouro? O silêncio tem som? O silêncio pode dizer mais do que mil palavras? O silêncio é calmante? O silêncio faz bem? 

Mais vale estar calado do que nada dizer? Acho que tudo tem o seu contexto, a sua razão. O silêncio pode ser uma benção, ou não.

No mundo do silêncio, o som é quase inexistente. No precioso liquido que alberga mamiferos, cetácios, moluscos, peixes e companhia, o som é quase de silêncio. Os golfinhos e as baleias emitem sons para se comunicarem. Afinal também são mamiferos e isso deve querer dizer alguma coisa...

Num mundo de silêncio,  feito de terra, plantas e montanhas o ruído é constante e não provêm só dos animais, da natureza ou de nós. Todo o conjunto de máquinas por nós criadas são óptimos instrumentos de som.
Uma voz que canta, um instrumento que toda, um pássaro agitado pela sua melodia, um rio a correr, o som do mar, de um raio... são bons e belos exemplos para cultivarmos o som.
Nós ser humanos fomos abençoados com umas cordas vocais magníficas, uns pulmões poderosos. Um comjunto complexo e eficaz de comunicação, de verbelização. Exceptuando os que de nós possam ter por nascimentou ou não, alguma debilitação; mas em contrapartida quão prespicazes ficam os outros sentidos.
Fomos feitos para comunicarmos, expressarmos ideias e pensamentos. Opiniões em torbilhão, gritar, chorar, rir. Somos emotivos por natureza  e é ir contra a mesma, se nos é vedado o dom da palavra, da convivência. Atrofiamos. murchamos, entristecemos e pensamos que sempre é  verdade que uns podem sempre mais do que os outros. Que o mundo está insano e que devemos batalhar pelos nossos direitos enquanto individuos que somos. Que o nosso mundo é feito de som, e que ele sai  (também), victoriozo e grandioso de nós.

Foto: Retirada da net. Dá-se os devidos créditos a quem de direito.

Mata Hari


Mata Hari, para quem seja um pouco mais distraído, esta senhora ficou conhecida na história por ser uma espiã. Exactamente dessas que lê-mos nos livros e vemos nos filmes. Foi imortalizada pela actriz Greta Garbo em 1931 e depois por Sylvia Kristel numa versão de 1985.

Segundo consta o seu pseudônimo significa "sol" ou "olho do dia". Nascida a 7 de Agosto de 1876, no início do século XX quiz ser professora, sem sucesso. Teve um casamento fracassado de onde nasceram dois filhos, mudando-se depois para Paris. Parece que teve por lá diversos casos amorosos com militares e políticos. O certo é que é tida durante a primeira guerra mundial como uma agente dupla entre a França e a Alemanhã, acabando por ser fuzilada a 15 de Outubro de 1917.

Dizem ainda que era uma mulher detentora de um grande charme, belíssima, sendo difícil resistir-lhe. Uma mulher perigosa, pelos vistos a vários níveis.

Mas não é só nos filmes, ou na história, que encontramos espiões. Estou em crer que há muitos por ai, camuflados como os verdadeiros e igualmente tão poderosamente maléficos (se esses forem os seus instintos). Senão em tramas mundiais pelo menos em algumas locais. Por exemplo, em um qualquer lugar próximo de si. Não possuem licença para matar, mas as suas palavras, as suas acções, (muitas vezes detorpadas), podem muito bem colocar o vosso posto em risco. Portanto não é num cinema próximo de si, mas que é próximo lá isso é. Cautela e olho vivo. recomenda-se portanto.

Fotos: Retiradas da net. Dá-se os devidos créditos aos seus autores.